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BoRa EXeRCiTaR A IMaGiNaÇãO E CoNTaR
Uma HiSTóRia EsCriTa PoR ToDo MuNDo.

QDo ELa TiVeR TeRMiNaDa VoU PuBLiCaR, Na
ÍnTeGRa, Aqui No BLog. CaPRiCHa GaLeRa !!!
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162 comentários:
Brincadera é a seguinte...
Bora escrever uma história juntos, mas cada um só pode postar 3 palavras de cada vez. Vale tudo. É só dexar a imaginação rolar...
*Copia e cola o texto no seu post pra facilitar a leitura Ok?
Eu começo
Era uma vez...
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Era uma vez uma menina que...
Era uma vez uma menina que tinha medo do...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco...
hauhauhauhau
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que...
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Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e...
kkkkkkkkkkkkkkkkk
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um extranho
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse:....
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá?
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Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada...
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Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina...
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Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando...
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Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu
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Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura...
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Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco ....
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amogo...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amogo para fazer um...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim.E pedir uma ...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim.E pedir uma trégua pra poder...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas cruzando as palavras...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético....
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia. o sol despontaria...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara ...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode ...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José ...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é ...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é , comer angu com ...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé,na beira do(a)...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé,na beira do rio sem jacaré...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné, no pescoço e ...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a ...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos,deixando-a todinha arrepiada...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar,riam sem parar...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou. Era tarde demais...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou. Era tarde demais. Nervoso falou decidido:
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou. Era tarde demais. Nervoso falou decidido: Chega de história
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou. Era tarde demais. Nervoso falou decidido: Chega de história! Agora vamo vadiá !!!!!
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou. Era tarde demais. Nervoso falou decidido: Chega de história! Agora vamo vadiá !!!!! Ela sorriu e...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou. Era tarde demais. Nervoso falou decidido: Chega de história! Agora vamo vadiá !!!!! Ela sorriu e voltaram a dançar...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou. Era tarde demais. Nervoso falou decidido: Chega de história! Agora vamo vadiá !!!!! Ela sorriu e voltaram a dançar. Depois ficaram vadiano...
Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou. Era tarde demais. Nervoso falou decidido: Chega de história! Agora vamo vadiá !!!!! Ela sorriu e voltaram a dançar. Depois ficaram vadiano até o sol raiar !!!
Essa história entrou por uma porta e saiu pela otra... quem souber que conte otra :P
The End Fim
XD
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