* Era Uma Vez




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BoRa EXeRCiTaR A IMaGiNaÇãO E CoNTaR
Uma HiSTóRia EsCriTa PoR ToDo MuNDo.


QDo ELa TiVeR TeRMiNaDa VoU PuBLiCaR, Na

ÍnTeGRa, Aqui No BLog. CaPRiCHa GaLeRa !!!







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162 comentários:

* Ella * disse...

Brincadera é a seguinte...

Bora escrever uma história juntos, mas cada um só pode postar 3 palavras de cada vez. Vale tudo. É só dexar a imaginação rolar...

*Copia e cola o texto no seu post pra facilitar a leitura Ok?

Eu começo

Era uma vez...


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IQue disse...

Era uma vez uma menina que...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do...

Pepê disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco...


hauhauhauhau

Nanda disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas...

Ana Paula disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele...

Nando disse...

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Anônimo disse...

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* Ella * disse...

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TeD disse...

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kkkkkkkkkkkkkkkkk

Day disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um extranho

EDU * disse...

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* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá?

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LuZ disse...

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Lívia disse...

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TeUs disse...

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Anônimo disse...

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IQue disse...

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Sarah disse...

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IQue disse...

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Anônimo disse...

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IQue disse...

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Sarah disse...

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IQue disse...

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Anônimo disse...

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IQue disse...

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Sarah disse...

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Anônimo disse...

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IQue disse...

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Sarah disse...

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kkkkkkkkkkkk

Anônimo disse...

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IQue disse...

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Sarah disse...

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Anônimo disse...

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IQue disse...

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IaGo disse...

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Anônimo disse...

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Day disse...

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Anônimo disse...

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Nando disse...

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Lorena disse...

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Nanda disse...

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Anônimo disse...

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Nando disse...

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Lorena disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina...

Nanda disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele...

Nando disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos...

Lorena disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando...

Nanda disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...

Nando disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu

Lorena disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras...

Anônimo disse...

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Nando disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar...

Simoninha disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e....

Lorena disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show...

Nando disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca...

Lorena disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que...

Nando disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura...

Lorena disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco...

Nando disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil...Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco ....

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita...

Simoninha disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield...

Nanda disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha...

Fabinho disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho...

Jujuba disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava...

Renata disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio...

Rodrigo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amogo...

Day disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amogo para fazer um...

Babi disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com...

IQue disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial...

IQue disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim...

Unknown disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim.E pedir uma ...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim.E pedir uma trégua pra poder...

PatriCíssimA disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas...

Ubi disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas cruzando as palavras...

Ana Cláudia disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético....

Lívia disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético...

Ana Paula disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia...

Nando disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia. o sol despontaria...

ZuZu disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina...

Jujuba disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora...

Pepê disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais...

Unknown disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor...

Tati ^Å^ na disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco...

Tati ^Å^ na disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá...

Tati ^Å^ na disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço...

Tati ^Å^ na disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou...

Unknown disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara ...

Tati ^Å^ na disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja...

Unknown disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode ...

Tati ^Å^ na disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu...

Unknown disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José ...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é ...

Unknown disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é , comer angu com ...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé...

Unknown disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé,na beira do(a)...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé,na beira do rio sem jacaré...

Tati ^Å^ na disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné...

Unknown disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné, no pescoço e ...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido...

Tati ^Å^ na disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder...

Unknown disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo...

Tati ^Å^ na disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento...

Unknown disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a ...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro...

IaGo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas...

Jujuba disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas...

Day disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo...

Unknown disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ...

Sabrina disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos...

Julia disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos...

disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos,deixando-a todinha arrepiada...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade...

Nando disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango...

IQue disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando...

Nando disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando...

IQue disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua...

Nando disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria...

IQue disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar...

Day disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar,riam sem parar...

TeD disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto...

TeD disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade...

TeD disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou. Era tarde demais...

TeD disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou. Era tarde demais. Nervoso falou decidido:

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou. Era tarde demais. Nervoso falou decidido: Chega de história

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou. Era tarde demais. Nervoso falou decidido: Chega de história! Agora vamo vadiá !!!!!

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou. Era tarde demais. Nervoso falou decidido: Chega de história! Agora vamo vadiá !!!!! Ela sorriu e...

TeD disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou. Era tarde demais. Nervoso falou decidido: Chega de história! Agora vamo vadiá !!!!! Ela sorriu e voltaram a dançar...

* Ella * disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou. Era tarde demais. Nervoso falou decidido: Chega de história! Agora vamo vadiá !!!!! Ela sorriu e voltaram a dançar. Depois ficaram vadiano...

Anônimo disse...

Era uma vez uma menina que tinha medo do homem do saco que roubava criancinhas. Ela achava que uma noite ele iria aparecer e pular a janela vestino só uma cueca xadrez e com um estranho sotaque ele disse: Vossuncê qué vadiá? Sem entender nada ela saiu correndo e se escondeu embaixo da cama onde podia ver que o homem tinha unha encravada e muito chulé. A menina pensou: Se eu ficar o bicho pega. Se eu correr, o bicho come. O homem andava pelo quarto todo batendo os cascos igual um cavalo e gritava alto: Cadê vossuncê peste? Ela nem respirava. Mesmo apavorada ela teve uma idéia. Começou a imitar uma coruja piando,sem saber que o homem era tarado por corujas, então ao ouvi-la, olhou pela janela procurando-a e gritou: Vossuncê qué vadiá? Revoltada, a menina pulou em cima das costas dele, tampou seus olhos e respondeu sussurrando: não quero vadiá com você imbecil Pulou e correu deixando pra tras uma fivela rosa. Pensou em voltar mas desistiu e foi comprar ingresso pro Show da Mulher Careca com voz de taquara rachada que segura o tchan mas não segura o balaco baco daquele vuco-vuco. Quis ficar bonita, colocou um piercing, pantufas do Garfield, lingerie de oncinha, máscara e chicotinho. Enquanto se arrumava, ouvia uma musica brega no rádio e pensou em convidar um amigo para fazer um sanduba com dois hamburgueres, alface, queijo. molho especial, cebola, picles num pão com gergelim. E pedir uma trégua pra poder fazer palavras cruzadas, cruzando as palavras, num ritmo frenético, e meio patético, como quem sabia, que naquele dia o sol despontaria naquela fria esquina. Decidiu que agora não ia mais fugir do amor. Quando encontrasse o homem do saco ia aceitar seu pedido pra vadiá sem sequer pestanejar. Correu pro abraço. Mas quando chegou, deu de cara com o velho homem beijano a coruja e amarrando o bode no rabo do tatu, pra comer angu, e agora José, comé que é comer angu com um traguim de mé e ficar em pé, na beira do rio sem jacaré e ganhar um cafuné no pescoço e um sussurro gostoso no pé douvido. Ninguém sabia responder tamanho amor que ela deveria ter pra sentir o bafo do velho fedorento, que cheirava a alho e cigarro, ver as unhas sujas e compridas,arranhando seu corpo, sem contar que ele poderia querer envolvê-la nos seus braços pelancudos, deixando-a todinha arrepiada, louca de vontade de dançar tango, ao som de mambo veno ele requebrando, louco, alucinado, pirando, querendo que ela ficasse completamente nua, naquela noite fria, no meio da rua. Eles resolveram aloprar, riam sem parar, até que ela lembrou da fivela esquecida no quarto e quis voltar porque a fivela simbolizava sua virgindade. Ele não deixou. Era tarde demais. Nervoso falou decidido: Chega de história! Agora vamo vadiá !!!!! Ela sorriu e voltaram a dançar. Depois ficaram vadiano até o sol raiar !!!

* Ella * disse...

Essa história entrou por uma porta e saiu pela otra... quem souber que conte otra :P

TeD disse...

The End Fim

XD